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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

A importância do vale-night pro casal

A chegada de um filho é um momento de muita alegria na vida de um casal. Porém, muda completamente a vida de ambos os pais: o foco da mulher e do homem são bastante modificados, uma vez que criança requer atenção e dedicação o tempo todo.
Sem contar o espaço físico da residência. Primeiro, os cômodos principais da casa (cozinha, banheiro e sala) são tomados pelas brincadeiras, brinquedos e trânsito dos filhos. Depois, perde-se a liberdade de fazer algumas extravagâncias, como ficar só de roupa íntima nos dias de intenso calor e/ou fazer alguns carinhos íntimos fora do quarto do casal.
E por fim, depois que os filhos aprendem a andar, até a privacidade do próprio quarto: eles simplesmente saem entrando, sem qualquer cerimônia. Mesmo que eles cresçam com o passar do tempo, a rotina do dia-a-dia continua sendo focada nos cuidados e necessidades deles, sobrando assim pouco tempo e espaço para o casal se curtir.
Por causa disto, o relacionamento conjugal fica prejudicado, pois a dedicação e cuidado que haviam entre ambos os parceiros (um para com outro), diminuem bastante. Para driblar estas mudanças naturais que acontecem, o casal precisa de arrumar jeitos diferentes e alternativos para terem um tempo juntos.
Um destes meios é o vale-night, em que se deixam os filhos com uma pessoa de confiança (parente ou babá) por um período de tempo pequeno (algumas horas ou uma noite). E neste tempo, o casal sai para namorar, jantar fora, passar a noite num hotel, etc.
Este programa não precisa, necessariamente, acabar em sexo. Pode ser algo simples, só pra conversar e estar a sós (sem crianças), como na época do namoro. Mesmo que por pouco tempo, tirar uma folguinha dos filhos dá um respiro na mente dos pais.
Inclusive, o fato de fazer uma atividade juntos e poderem conversar livremente sobre qualquer coisa (sem gírias e códigos), traz de volta a sintonia que os uniu e reacende a intimidade do casal. Como consequência, os cônjuges ficam mais próximos, mais unidos.
E um casal unido, é a melhor base de uma família, pois não atinge só o relacionamento conjugal: o clima na casa fica harmonioso, a rotina do dia-a-dia flui melhor e os filhos reagem melhor aos pais e ao cotidiano. Sem contar que um ambiente saudável é o melhor lugar para uma criança crescer.

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Dicas de viagem com crianças

Quando nos tornamos pai ou mãe, nasce em nós um novo desejo: levar nosso filho para conhecer os lugares mais lindos do mundo! Ficamos imaginando um passeio na praia, no parque, numa cidade histórica, etc...
Vem a nossa mente imagens de alegria, felicidade, harmonia... As partes chatas da convivência diária, do jeito de ser da criança, da personalidade dela, das necessidades que ela tem, ficam tão longínquas, que acreditamos ser possível fazer aquele passeio com ela, mesmo com tudo o que ela requere.
No entanto, temos que ser realistas: ao decidirmos fazer um passeio ou uma viagem com nosso filho, a primeira coisa a ser vista são as demandas que ele tem. Dependendo da fase de crescimento em que ele está, elas se sobrepõe às nossas, determinando como deve ser o passeio (principalmente quando é muito novo).
Assim, para que consigamos unir os nossos desejos às necessidades deles, de forma que todos aproveitem e curtam a viagem (inclusive a criança), seguem abaixo algumas dicas:
  • Escolha um lugar com estrutura
Quando as crianças são pequenas, a saúde delas é mais frágil: elas não têm a mesma defesa e imunidade que um adulto, pois o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. E para ajudar, elas não sabem expressar com precisão os sintomas que estão sentindo.
Caso o destino seja um lugar não muito desenvolvido (tipo roça), e a criança vier a ter um mal-estar, o hospital ou pronto atendimento mais próximo será distante da localidade de onde nos encontramos. Inclusive, o posto de saúde (se tiver um), não terá muitos recursos e/ou profissionais que possam nos auxiliar.
Desta forma, para poder prestar um socorro melhor, escolha um destino mais estruturado (que tenha pelo menos um hospital ou pronto atendimento). A segurança de ter um lugar pra onde correr em situação de emergência é a melhor prevenção.
  • Escolha um lugar no qual elas possam gastar energia
As crianças em geral (principalmente as novas), só têm um único interesse: brincar até o fim dos tempos. Então, um passeio em que elas tenham que ficar mais quietas, além de deixar elas entediadas, não despertarão o interesse delas.
É um passeio estressante: elas ficam pulando, correndo e gritando o tempo inteiro, nos tirando o foco da atenção e do prazer. E o resultado final, é uma volta para casa frustrante, pois ninguém aproveitou e nós, pais ou responsáveis, ainda passamos bastante raiva.
Por isto, o melhor é escolher um destino onde elas possam gastar energia com coisas e assuntos do interesse delas. Assim, elas aproveitam bastante e o passeio flui melhor para todos.
  • Siga uma rotina parecida com a da sua casa
Nos dias atuais, os estudos científicos falam: a rotina traz uma segurança para a criança, pois sabendo o que vai acontecer no seu dia, ela reage melhor aos eventos (mesmo que variem os detalhes de um dia pro outro).
E nas férias, ou feriado prolongado, não é diferente: a falta de rotina, apesar de ser gostosa, deixa a criança perdida, sem saber como vai ser ou o que vai acontecer ali, naquele ambiente tão diferente da sua casa.
Por este motivo, é importante seguir hábitos parecidos com a da sua casa (café da manhã, almoço, jantar, banho, etc). A única mudança são os programas que serão feitos, entre os costumes principais do dia-a-dia.
Desta forma, a criança se sentirá segura, sabendo os limites dela e como vai será o seu dia, aproveitando melhor o passeio.
  • Use cópia autenticada dos documentos da criança
Dentro do nosso país, sempre que deslocamos de uma cidade à outra, ou de um estado a outro, as autoridades verificam o adulto que está andando com a criança. Ou no caso de registro de entrada num hospital, é olhado a criança e quem está com ela.
Por este motivo, é necessário andar com os nossos documentos e os dela. Porém, existe um que em caso de perda, é difícil tirar uma segunda via fora da localidade onde moramos: a certidão de nascimento. Mesmo que se faça um boletim de ocorrência informando o fato, não é permitido o transporte da criança sem o documento.
Então, para evitar esta situação desagradável, que no mínimo irá postergar a volta pra casa (sem contar outros transtornos), podemos tirar uma cópia autenticada do documento num cartório de notas.
O carimbo e os selos, que informam que aquela cópia é igualzinha à original, dão a mesma validade para alguns procedimentos simples, como embarcar num ônibus ou dar entrada num hospital, tirando o peso de algo acontecer com o original.
Inclusive, caso queiramos ter um plano B, podemos carregar o documento original como um salvaguarda, em caso de um imprevisto acontecer com a cópia autenticada.
  • Alugue uma casa ou apartamento com as comodidades necessárias
Hoje em dia, a diária de uma casa de temporada é igual à diária de um quarto de hotel triplo ou para casal. Porém, com uma diferença bastante substancial: a casa tem mais cômodos, cabe mais gente, e você pode comer o que quiser, na hora que quiser.
Como crianças possuem muita fome e energia para gastar, fica mais fácil administrar todas estas demandas num ambiente que se aproxime do nosso lar. Inclusive, a alimentação fica mais barata e nós, pais ou responsáveis, conseguimos ter mais privacidade.
  • Monte uma bolsa de lanches para passear com elas
Toda vez que passeamos com crianças (principalmente pequenas), basta elas verem alguma comida numa lanchonete, ou alguém comendo algo que logo pedem. E por mais ricos que sejamos, nem sempre temos dinheiro no bolso para comprar aquele alimento naquela hora.
Por este motivo, carregar uma bolsa com alguns lanchinhos é uma boa pedida: sempre que elas sentirem fome, temos uma opção pra oferecer. Sem contar que fica mais fácil cortar os "olhos grandes", controlando de forma mais eficaz o dinheiro reservado para o passeio daquele dia.

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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Mala para crianças de 1 e 3 anos

Há 3 meses atrás, eu e meu marido fizemos uma mini-viagem de férias com os nossos filhos. Desta vez, aproveitamos para realizar uma vontade que tínhamos há muito tempo (mas que faltava grana): levar nossos filhos na praia!
Coincidentemente, encontramos passagens promocionais (metade do preço) pra uma praia não muito longe de onde moramos (7 horas de viagem, aproximadamente). Inclusive, as casas de temporada e os hotéis também estavam com preço excelente pro período que iríamos ficar (4 dias).
Então, como nenhum de nós havia ido nesta praia antes, juntamos o útil ao agradável e escolhemos ir pra Guarapari/ES! No planejamento desta viagem (ver mais em como planejar uma viagem), uma das tarefas que tive foi montar a mala das crianças.
Para isto, considerei o tempo fora de casa, as atividades que íamos fazer, a previsão do tempo, a quantidade de trocas de roupas por dia, e os itens básicos que normalmente carrego quando saio com eles. No final, a mala delas foi montada com os seguintes itens:

Menina de 3 anos
  • Biquíni
  • 1 par de chinelo
  • 1 par de sandália
  • 4 shorts
  • 4 calças
  • 8 blusas (4 de passeio e 4 de brincar)
  • 1 conjunto de moletom
  • 2 vestidos (1 de passeio e 1 de brincar)
  • 6 fraldas
  • Bóia
Menino de 1 ano
  • 5 fraldas de pano
  • Roupa de banho
  • 1 par de tênis
  • 4 pares de meia
  • 4 bermudas
  • 5 calças
  • 1 conjunto de moletom
  • 9 camisetas
  • 28 fraldas
  • 4 fraldas de banho
  • Piscina
  • Bóia

Além da mala principal, montei uma bolsa de colo com itens de higiene pessoal, documentos pessoais, remédios de emergência (ver mais em farmácia básica de um bebê) e lanches para dar no meio da estrada.
Como a viagem era de noite (só tinha este horário), bateu com a hora de dormir dos dois, sendo bem tranquilo controlá-los (dormiram a viagem inteira). Tudo o que levamos foi usado, dando e sobrando pra todo o período que permanecemos lá. A única coisa que precisou comprar mais foi fralda de banho pro mais novo brincar no mar, pois a quantidade que levamos não foi suficiente.


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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O desfralde diurno da primogênita

Há 5 meses atrás (aproximadamente), minha filha conquistou um passo muito importante na vida de uma criança: parou de usar fraldas!
Tudo começou há 2 anos atrás, quando a ela completou 2 anos de vida. Na época, ela não apresentava sinais de maturidade para este passo. Então, eu e meu marido iniciamos o processo de desfralde do zero.

Capítulo 1: Xixi

Primeiro, apresentamos para ela o xixi e o cocô: a cada troca de fralda, conversávamos com ela, falando o que ela tinha feito e mostrando a fralda suja. A medida que ela foi aprendendo, ela mesmo passou a identificar sozinha, sem eu ou ele falarmos com ela.
Depois, ela passou a me acompanhar por livre e espontânea vontade no banheiro, sempre perguntando o que eu estava fazendo. Eu explicava a ela, de forma natural, sem forçá-la a qualquer ato.
Para me ajudar nesta etapa, comprei um penico com música, no intuito de incentivar ela a fazer necessidades nele de forma lúdica. Sempre que ela estava comigo no banheiro, estimulava-a a sentar-se nele.
Só que não deu muito certo: ela ficava brincando nele, escutando a música toda hora. E em nenhum momento se propunha a tentar usá-lo de verdade. Então, conversando com a pediatra dela numa consulta de rotina, surgiu uma outra estratégia.
A médica me explicou que para a minha filha, usar o penico não era similar à usar o vaso sanitário. Como ela me via usar a privada, o penico era inválido para ela, uma vez que eu não o usava. E sugeriu que eu tentasse um redutor de assento, o qual iria dar mais sentido às coisas na cabeça dela.
Assim, providenciei um e continuei a estimulá-la a usar o vaso (desta vez, literalmente). Simultaneamente, passei a deixá-la sem fralda em casa, usando calcinha. Aos poucos, conforme ela me acompanhava no banheiro, foi aderindo.
Às vezes, ela fazia xixi no banheiro. Quando isto acontecia, eu explicava o que ela tinha feito e dava parabéns. Na maioria das vezes, ela fazia na calcinha, fora do banheiro. E eu, com muita paciência, dizia para tentar numa outra oportunidade, tirando a suja e colocando uma limpa.
Nesta etapa, conversei com a escola e com os parentes que ela frequentava a casa, para ajudar a mim e meu marido nesta tarefa. E continuamos a fazer o que estávamos fazendo.
Com o tempo, ela começou a querer acertar: pedia para ir no banheiro, não fazia nada, e imediatamente depois molhava a calcinha. Conversávamos sempre, sem repudiar, e deixávamos acontecer mais vezes, para ela ir conhecendo o próprio corpo.
Até que, de repente, aconteceu: ela começou a de fato acertar! Pedia para ir no banheiro, e fazia o xixi no vaso. Porém, toda vez estava vendo desenho, brincando, ou concentrada numa atividade, fazia na calcinha, sem perceber.
Então, para estimulá-la e lembrá-la, perguntávamos a cada 30 minutos. Na maior parte do tempo a resposta era "não". Porém, em momentos repentinos, ela corria para nós e pedia urgentemente para ir no banheiro.
Quando ela aperfeiçoou, passamos a observar os horários que ela ia no banheiro. E toda vez que a hora se aproximava e ela não ia, e/ou a cada 2 ou 3 horas depois da última micção, mandávamos-a ir no banheiro.
Gradativamente, ela foi melhorando cada vez mais. Até que, um dia, inesperadamente, ela dominou 100% o ato de fazer xixi no banheiro. Não era mais necessário perguntar ou ficar em cima. Também, não acontecia mais acidentes (fazer xixi na calcinha).

Capítulo 2: Cocô

Agora, faltava o domínio do cocô. Em todo o processo, até aqui, ela não tinha nenhum domínio do cocô. A única coisa que acontecia era que ela ficava incomodada com a calcinha suja de fezes, andando de forma um pouco esquisita e sem agachar no chão. Mas em nenhum momento reclamava ou interrompia suas atividades por causa disto.
Toda vez que sentia vontade de fazer xixi, pedia para ir ao banheiro. O cocô, fazia na roupa sem perceber, demonstrando incômodo depois. Sempre que acontecia, conversávamos com ela, explicando que o cocô saía pelo bumbum, e que na hora de evacuar ele faz uma pressão na bunda.
Aos poucos, ela foi percebendo e aprendendo. Primeiro, começou a notar o peso na calcinha (toda vez que havia fezes), pedindo para trocar por uma limpa e/ou jogar no vaso.
Depois, começou a pedir para ir no banheiro fazer xixi, mas não saia nada. Minutos depois, tinha cocô na calcinha. Eu e meu marido trocávamos, conversando com ela sem nenhuma repudiação e sempre incentivando-a a acertar, explicando as vezes o processo pra ela.
Até que ela começou a acertar esporadicamente: ela pedia para ir no banheiro, e acabava evacuando. Ficávamos felizes, e dávamos parabéns, incentivando-a a acertar novamente o cocô.
Com o tempo, ela passou a identificar o que ela queria e a acertar mais vezes. Porém, de vez em quando ainda errava e fazia na calcinha. E meu marido e eu, na mesma: parabenizando quando acertava, conversando quando errava.
Então, passamos a observar os horários que ela evacuava, e sempre que se aproximava, mandávamos-a ir no banheiro fazer cocô. Às vezes ela relutava, dizendo que não estava com vontade. Mesmo assim, permanecíamos firmes na ordem.
De forma gradual, ela foi melhorando. E um dia, inesperadamente, dominou 100% o ato de evacuar. Não era mais preciso mandar ir ou ficar em cima. E não acontecia mais erros (cocô na calcinha).

Capítulo 3: Resultado Final

Hoje, ela sabe exatamente o que ela quer fazer, e quando quer fazer. Também não distrai com nada: quando bate a vontade, corre pro banheiro, sem pedir (a não ser que tenha alguém usando).
Só quando estamos na rua, ficamos um pouco mais em cima, uma vez que não sabemos se vamos encontrar banheiro e em qual estado (na maioria das vezes são tão sujos, que eu perco a vontade de usar na hora). Assim, toda vez que tem um (limpo e decente), levo ela para usar, mesmo sem vontade.
Aviso que vai demorar para voltar para casa, e peço para ela urinar o que der. Também, quando estamos em casa de parentes e vamos voltar para a nossa, mandamos ir no banheiro. Caso ela se recuse, avisamos que vai demorar um pouco e que ela tem que segurar até chegar em casa.
Agora, só falta a parte da noite: ela ainda não aprendeu a controlar a vontade de fazer as necessidades durante o sono noturno (só na soneca da tarde, que é curta).


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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Mudança no canto dos brinquedos


Quando a minha filha nasceu, ela não tinha nenhum brinquedo. Depois, conforme ela foi crescendo e desenvolvendo, os brinquedos foram chegando. E então, quando ela tinha uma quantidade considerável, capaz de fazer bagunça pela casa inteira, resolvi criar um espaço para eles.
Para isto, na época, comprei um cesto de pano simples, com tampa, e coloquei num canto da sala. Nele, eram guardados todos os brinquedos dela. Ensinei a nova regra para ela e aos poucos, ela foi entendendo o novo esquema. Até que um dia nem eu nem meu marido precisávamos falar nada: ela pegava e guardava os brinquedos sozinha.
Porém, após a chegada do segundo filho, surgiram novos problemas: bagunça e falta de organização. Ela, para pegar um determinado brinquedo, ia tirando os outros para fora, sem voltá-los depois. E o caçula, simplesmente tinha o prazer de abrir o cesto e tudo para fora, fazendo aquela bagunça.
Sem contar que toda vez que os dois brincavam juntos, eles espalhavam os brinquedos pela casa inteira (até no banheiro). E na hora de guardar, ela simplesmente jogava os brinquedos no cesto, sem organizá-los por categoria ou ordem específica.
Por mais que eu ensinasse e cobrasse dela a organização deles, ela não aprendia. Até que um dia, vendo ela guardá-los, entendi a visão dela: com todos juntos num só lugar, não havia grupos ou critérios. Tudo já estava organizado, desde que dentro do cesto.
Então, para resolver esses problemas, de forma que ela pudesse enxergar e entender a organização dos brinquedos, decidi comprar uma estante de plástico, dessas de montam e desmontam. Fui numa loja de utilidades para casa, e dentre as opções disponíveis, escolhi uma fruteira de 4 andares, que estava num preço ótimo.
E assim que cheguei em casa, montei a estante, tirei os brinquedos do cesto e os organizei nela. No final, o novo canto dos brinquedos ficou assim:


Apesar da bagunça pela casa inteira não ter acabado, a mudança facilitou muita coisa na rotina do lar. Agora, ela percebe melhor os grupos e critérios de organização dos brinquedos, e pega somente o brinquedo que quer brincar, sem espalhar ou tirar os demais. E o mais novo faz menos bagunça, espalhando somente os brinquedos que ele alcança, sempre próximo à estante.
A questão de guardar ainda não está 100%: ela ainda guarda os brinquedos de forma errada, simplesmente colocando-os na estante aleatoriamente, de forma que tudo caiba nas prateleiras e não caia. Mas aos poucos ela está pegando o jeito, acertando de vez em quando conforme estou ensinando a ela.


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