Mostrando postagens com marcador maternidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador maternidade. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

A importância do vale-night pro casal

A chegada de um filho é um momento de muita alegria na vida de um casal. Porém, muda completamente a vida de ambos os pais: o foco da mulher e do homem são bastante modificados, uma vez que criança requer atenção e dedicação o tempo todo.
Sem contar o espaço físico da residência. Primeiro, os cômodos principais da casa (cozinha, banheiro e sala) são tomados pelas brincadeiras, brinquedos e trânsito dos filhos. Depois, perde-se a liberdade de fazer algumas extravagâncias, como ficar só de roupa íntima nos dias de intenso calor e/ou fazer alguns carinhos íntimos fora do quarto do casal.
E por fim, depois que os filhos aprendem a andar, até a privacidade do próprio quarto: eles simplesmente saem entrando, sem qualquer cerimônia. Mesmo que eles cresçam com o passar do tempo, a rotina do dia-a-dia continua sendo focada nos cuidados e necessidades deles, sobrando assim pouco tempo e espaço para o casal se curtir.
Por causa disto, o relacionamento conjugal fica prejudicado, pois a dedicação e cuidado que haviam entre ambos os parceiros (um para com outro), diminuem bastante. Para driblar estas mudanças naturais que acontecem, o casal precisa de arrumar jeitos diferentes e alternativos para terem um tempo juntos.
Um destes meios é o vale-night, em que se deixam os filhos com uma pessoa de confiança (parente ou babá) por um período de tempo pequeno (algumas horas ou uma noite). E neste tempo, o casal sai para namorar, jantar fora, passar a noite num hotel, etc.
Este programa não precisa, necessariamente, acabar em sexo. Pode ser algo simples, só pra conversar e estar a sós (sem crianças), como na época do namoro. Mesmo que por pouco tempo, tirar uma folguinha dos filhos dá um respiro na mente dos pais.
Inclusive, o fato de fazer uma atividade juntos e poderem conversar livremente sobre qualquer coisa (sem gírias e códigos), traz de volta a sintonia que os uniu e reacende a intimidade do casal. Como consequência, os cônjuges ficam mais próximos, mais unidos.
E um casal unido, é a melhor base de uma família, pois não atinge só o relacionamento conjugal: o clima na casa fica harmonioso, a rotina do dia-a-dia flui melhor e os filhos reagem melhor aos pais e ao cotidiano. Sem contar que um ambiente saudável é o melhor lugar para uma criança crescer.

LEIA MAIS

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Dicas de viagem com crianças

Quando nos tornamos pai ou mãe, nasce em nós um novo desejo: levar nosso filho para conhecer os lugares mais lindos do mundo! Ficamos imaginando um passeio na praia, no parque, numa cidade histórica, etc...
Vem a nossa mente imagens de alegria, felicidade, harmonia... As partes chatas da convivência diária, do jeito de ser da criança, da personalidade dela, das necessidades que ela tem, ficam tão longínquas, que acreditamos ser possível fazer aquele passeio com ela, mesmo com tudo o que ela requere.
No entanto, temos que ser realistas: ao decidirmos fazer um passeio ou uma viagem com nosso filho, a primeira coisa a ser vista são as demandas que ele tem. Dependendo da fase de crescimento em que ele está, elas se sobrepõe às nossas, determinando como deve ser o passeio (principalmente quando é muito novo).
Assim, para que consigamos unir os nossos desejos às necessidades deles, de forma que todos aproveitem e curtam a viagem (inclusive a criança), seguem abaixo algumas dicas:
  • Escolha um lugar com estrutura
Quando as crianças são pequenas, a saúde delas é mais frágil: elas não têm a mesma defesa e imunidade que um adulto, pois o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento. E para ajudar, elas não sabem expressar com precisão os sintomas que estão sentindo.
Caso o destino seja um lugar não muito desenvolvido (tipo roça), e a criança vier a ter um mal-estar, o hospital ou pronto atendimento mais próximo será distante da localidade de onde nos encontramos. Inclusive, o posto de saúde (se tiver um), não terá muitos recursos e/ou profissionais que possam nos auxiliar.
Desta forma, para poder prestar um socorro melhor, escolha um destino mais estruturado (que tenha pelo menos um hospital ou pronto atendimento). A segurança de ter um lugar pra onde correr em situação de emergência é a melhor prevenção.
  • Escolha um lugar no qual elas possam gastar energia
As crianças em geral (principalmente as novas), só têm um único interesse: brincar até o fim dos tempos. Então, um passeio em que elas tenham que ficar mais quietas, além de deixar elas entediadas, não despertarão o interesse delas.
É um passeio estressante: elas ficam pulando, correndo e gritando o tempo inteiro, nos tirando o foco da atenção e do prazer. E o resultado final, é uma volta para casa frustrante, pois ninguém aproveitou e nós, pais ou responsáveis, ainda passamos bastante raiva.
Por isto, o melhor é escolher um destino onde elas possam gastar energia com coisas e assuntos do interesse delas. Assim, elas aproveitam bastante e o passeio flui melhor para todos.
  • Siga uma rotina parecida com a da sua casa
Nos dias atuais, os estudos científicos falam: a rotina traz uma segurança para a criança, pois sabendo o que vai acontecer no seu dia, ela reage melhor aos eventos (mesmo que variem os detalhes de um dia pro outro).
E nas férias, ou feriado prolongado, não é diferente: a falta de rotina, apesar de ser gostosa, deixa a criança perdida, sem saber como vai ser ou o que vai acontecer ali, naquele ambiente tão diferente da sua casa.
Por este motivo, é importante seguir hábitos parecidos com a da sua casa (café da manhã, almoço, jantar, banho, etc). A única mudança são os programas que serão feitos, entre os costumes principais do dia-a-dia.
Desta forma, a criança se sentirá segura, sabendo os limites dela e como vai será o seu dia, aproveitando melhor o passeio.
  • Use cópia autenticada dos documentos da criança
Dentro do nosso país, sempre que deslocamos de uma cidade à outra, ou de um estado a outro, as autoridades verificam o adulto que está andando com a criança. Ou no caso de registro de entrada num hospital, é olhado a criança e quem está com ela.
Por este motivo, é necessário andar com os nossos documentos e os dela. Porém, existe um que em caso de perda, é difícil tirar uma segunda via fora da localidade onde moramos: a certidão de nascimento. Mesmo que se faça um boletim de ocorrência informando o fato, não é permitido o transporte da criança sem o documento.
Então, para evitar esta situação desagradável, que no mínimo irá postergar a volta pra casa (sem contar outros transtornos), podemos tirar uma cópia autenticada do documento num cartório de notas.
O carimbo e os selos, que informam que aquela cópia é igualzinha à original, dão a mesma validade para alguns procedimentos simples, como embarcar num ônibus ou dar entrada num hospital, tirando o peso de algo acontecer com o original.
Inclusive, caso queiramos ter um plano B, podemos carregar o documento original como um salvaguarda, em caso de um imprevisto acontecer com a cópia autenticada.
  • Alugue uma casa ou apartamento com as comodidades necessárias
Hoje em dia, a diária de uma casa de temporada é igual à diária de um quarto de hotel triplo ou para casal. Porém, com uma diferença bastante substancial: a casa tem mais cômodos, cabe mais gente, e você pode comer o que quiser, na hora que quiser.
Como crianças possuem muita fome e energia para gastar, fica mais fácil administrar todas estas demandas num ambiente que se aproxime do nosso lar. Inclusive, a alimentação fica mais barata e nós, pais ou responsáveis, conseguimos ter mais privacidade.
  • Monte uma bolsa de lanches para passear com elas
Toda vez que passeamos com crianças (principalmente pequenas), basta elas verem alguma comida numa lanchonete, ou alguém comendo algo que logo pedem. E por mais ricos que sejamos, nem sempre temos dinheiro no bolso para comprar aquele alimento naquela hora.
Por este motivo, carregar uma bolsa com alguns lanchinhos é uma boa pedida: sempre que elas sentirem fome, temos uma opção pra oferecer. Sem contar que fica mais fácil cortar os "olhos grandes", controlando de forma mais eficaz o dinheiro reservado para o passeio daquele dia.

LEIA MAIS

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Mala para crianças de 1 e 3 anos

Há 3 meses atrás, eu e meu marido fizemos uma mini-viagem de férias com os nossos filhos. Desta vez, aproveitamos para realizar uma vontade que tínhamos há muito tempo (mas que faltava grana): levar nossos filhos na praia!
Coincidentemente, encontramos passagens promocionais (metade do preço) pra uma praia não muito longe de onde moramos (7 horas de viagem, aproximadamente). Inclusive, as casas de temporada e os hotéis também estavam com preço excelente pro período que iríamos ficar (4 dias).
Então, como nenhum de nós havia ido nesta praia antes, juntamos o útil ao agradável e escolhemos ir pra Guarapari/ES! No planejamento desta viagem (ver mais em como planejar uma viagem), uma das tarefas que tive foi montar a mala das crianças.
Para isto, considerei o tempo fora de casa, as atividades que íamos fazer, a previsão do tempo, a quantidade de trocas de roupas por dia, e os itens básicos que normalmente carrego quando saio com eles. No final, a mala delas foi montada com os seguintes itens:

Menina de 3 anos
  • Biquíni
  • 1 par de chinelo
  • 1 par de sandália
  • 4 shorts
  • 4 calças
  • 8 blusas (4 de passeio e 4 de brincar)
  • 1 conjunto de moletom
  • 2 vestidos (1 de passeio e 1 de brincar)
  • 6 fraldas
  • Bóia
Menino de 1 ano
  • 5 fraldas de pano
  • Roupa de banho
  • 1 par de tênis
  • 4 pares de meia
  • 4 bermudas
  • 5 calças
  • 1 conjunto de moletom
  • 9 camisetas
  • 28 fraldas
  • 4 fraldas de banho
  • Piscina
  • Bóia

Além da mala principal, montei uma bolsa de colo com itens de higiene pessoal, documentos pessoais, remédios de emergência (ver mais em farmácia básica de um bebê) e lanches para dar no meio da estrada.
Como a viagem era de noite (só tinha este horário), bateu com a hora de dormir dos dois, sendo bem tranquilo controlá-los (dormiram a viagem inteira). Tudo o que levamos foi usado, dando e sobrando pra todo o período que permanecemos lá. A única coisa que precisou comprar mais foi fralda de banho pro mais novo brincar no mar, pois a quantidade que levamos não foi suficiente.


LEIA MAIS

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O desfralde diurno da primogênita

Há 5 meses atrás (aproximadamente), minha filha conquistou um passo muito importante na vida de uma criança: parou de usar fraldas!
Tudo começou há 2 anos atrás, quando a ela completou 2 anos de vida. Na época, ela não apresentava sinais de maturidade para este passo. Então, eu e meu marido iniciamos o processo de desfralde do zero.

Capítulo 1: Xixi

Primeiro, apresentamos para ela o xixi e o cocô: a cada troca de fralda, conversávamos com ela, falando o que ela tinha feito e mostrando a fralda suja. A medida que ela foi aprendendo, ela mesmo passou a identificar sozinha, sem eu ou ele falarmos com ela.
Depois, ela passou a me acompanhar por livre e espontânea vontade no banheiro, sempre perguntando o que eu estava fazendo. Eu explicava a ela, de forma natural, sem forçá-la a qualquer ato.
Para me ajudar nesta etapa, comprei um penico com música, no intuito de incentivar ela a fazer necessidades nele de forma lúdica. Sempre que ela estava comigo no banheiro, estimulava-a a sentar-se nele.
Só que não deu muito certo: ela ficava brincando nele, escutando a música toda hora. E em nenhum momento se propunha a tentar usá-lo de verdade. Então, conversando com a pediatra dela numa consulta de rotina, surgiu uma outra estratégia.
A médica me explicou que para a minha filha, usar o penico não era similar à usar o vaso sanitário. Como ela me via usar a privada, o penico era inválido para ela, uma vez que eu não o usava. E sugeriu que eu tentasse um redutor de assento, o qual iria dar mais sentido às coisas na cabeça dela.
Assim, providenciei um e continuei a estimulá-la a usar o vaso (desta vez, literalmente). Simultaneamente, passei a deixá-la sem fralda em casa, usando calcinha. Aos poucos, conforme ela me acompanhava no banheiro, foi aderindo.
Às vezes, ela fazia xixi no banheiro. Quando isto acontecia, eu explicava o que ela tinha feito e dava parabéns. Na maioria das vezes, ela fazia na calcinha, fora do banheiro. E eu, com muita paciência, dizia para tentar numa outra oportunidade, tirando a suja e colocando uma limpa.
Nesta etapa, conversei com a escola e com os parentes que ela frequentava a casa, para ajudar a mim e meu marido nesta tarefa. E continuamos a fazer o que estávamos fazendo.
Com o tempo, ela começou a querer acertar: pedia para ir no banheiro, não fazia nada, e imediatamente depois molhava a calcinha. Conversávamos sempre, sem repudiar, e deixávamos acontecer mais vezes, para ela ir conhecendo o próprio corpo.
Até que, de repente, aconteceu: ela começou a de fato acertar! Pedia para ir no banheiro, e fazia o xixi no vaso. Porém, toda vez estava vendo desenho, brincando, ou concentrada numa atividade, fazia na calcinha, sem perceber.
Então, para estimulá-la e lembrá-la, perguntávamos a cada 30 minutos. Na maior parte do tempo a resposta era "não". Porém, em momentos repentinos, ela corria para nós e pedia urgentemente para ir no banheiro.
Quando ela aperfeiçoou, passamos a observar os horários que ela ia no banheiro. E toda vez que a hora se aproximava e ela não ia, e/ou a cada 2 ou 3 horas depois da última micção, mandávamos-a ir no banheiro.
Gradativamente, ela foi melhorando cada vez mais. Até que, um dia, inesperadamente, ela dominou 100% o ato de fazer xixi no banheiro. Não era mais necessário perguntar ou ficar em cima. Também, não acontecia mais acidentes (fazer xixi na calcinha).

Capítulo 2: Cocô

Agora, faltava o domínio do cocô. Em todo o processo, até aqui, ela não tinha nenhum domínio do cocô. A única coisa que acontecia era que ela ficava incomodada com a calcinha suja de fezes, andando de forma um pouco esquisita e sem agachar no chão. Mas em nenhum momento reclamava ou interrompia suas atividades por causa disto.
Toda vez que sentia vontade de fazer xixi, pedia para ir ao banheiro. O cocô, fazia na roupa sem perceber, demonstrando incômodo depois. Sempre que acontecia, conversávamos com ela, explicando que o cocô saía pelo bumbum, e que na hora de evacuar ele faz uma pressão na bunda.
Aos poucos, ela foi percebendo e aprendendo. Primeiro, começou a notar o peso na calcinha (toda vez que havia fezes), pedindo para trocar por uma limpa e/ou jogar no vaso.
Depois, começou a pedir para ir no banheiro fazer xixi, mas não saia nada. Minutos depois, tinha cocô na calcinha. Eu e meu marido trocávamos, conversando com ela sem nenhuma repudiação e sempre incentivando-a a acertar, explicando as vezes o processo pra ela.
Até que ela começou a acertar esporadicamente: ela pedia para ir no banheiro, e acabava evacuando. Ficávamos felizes, e dávamos parabéns, incentivando-a a acertar novamente o cocô.
Com o tempo, ela passou a identificar o que ela queria e a acertar mais vezes. Porém, de vez em quando ainda errava e fazia na calcinha. E meu marido e eu, na mesma: parabenizando quando acertava, conversando quando errava.
Então, passamos a observar os horários que ela evacuava, e sempre que se aproximava, mandávamos-a ir no banheiro fazer cocô. Às vezes ela relutava, dizendo que não estava com vontade. Mesmo assim, permanecíamos firmes na ordem.
De forma gradual, ela foi melhorando. E um dia, inesperadamente, dominou 100% o ato de evacuar. Não era mais preciso mandar ir ou ficar em cima. E não acontecia mais erros (cocô na calcinha).

Capítulo 3: Resultado Final

Hoje, ela sabe exatamente o que ela quer fazer, e quando quer fazer. Também não distrai com nada: quando bate a vontade, corre pro banheiro, sem pedir (a não ser que tenha alguém usando).
Só quando estamos na rua, ficamos um pouco mais em cima, uma vez que não sabemos se vamos encontrar banheiro e em qual estado (na maioria das vezes são tão sujos, que eu perco a vontade de usar na hora). Assim, toda vez que tem um (limpo e decente), levo ela para usar, mesmo sem vontade.
Aviso que vai demorar para voltar para casa, e peço para ela urinar o que der. Também, quando estamos em casa de parentes e vamos voltar para a nossa, mandamos ir no banheiro. Caso ela se recuse, avisamos que vai demorar um pouco e que ela tem que segurar até chegar em casa.
Agora, só falta a parte da noite: ela ainda não aprendeu a controlar a vontade de fazer as necessidades durante o sono noturno (só na soneca da tarde, que é curta).


LEIA MAIS

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Mudança no canto dos brinquedos


Quando a minha filha nasceu, ela não tinha nenhum brinquedo. Depois, conforme ela foi crescendo e desenvolvendo, os brinquedos foram chegando. E então, quando ela tinha uma quantidade considerável, capaz de fazer bagunça pela casa inteira, resolvi criar um espaço para eles.
Para isto, na época, comprei um cesto de pano simples, com tampa, e coloquei num canto da sala. Nele, eram guardados todos os brinquedos dela. Ensinei a nova regra para ela e aos poucos, ela foi entendendo o novo esquema. Até que um dia nem eu nem meu marido precisávamos falar nada: ela pegava e guardava os brinquedos sozinha.
Porém, após a chegada do segundo filho, surgiram novos problemas: bagunça e falta de organização. Ela, para pegar um determinado brinquedo, ia tirando os outros para fora, sem voltá-los depois. E o caçula, simplesmente tinha o prazer de abrir o cesto e tudo para fora, fazendo aquela bagunça.
Sem contar que toda vez que os dois brincavam juntos, eles espalhavam os brinquedos pela casa inteira (até no banheiro). E na hora de guardar, ela simplesmente jogava os brinquedos no cesto, sem organizá-los por categoria ou ordem específica.
Por mais que eu ensinasse e cobrasse dela a organização deles, ela não aprendia. Até que um dia, vendo ela guardá-los, entendi a visão dela: com todos juntos num só lugar, não havia grupos ou critérios. Tudo já estava organizado, desde que dentro do cesto.
Então, para resolver esses problemas, de forma que ela pudesse enxergar e entender a organização dos brinquedos, decidi comprar uma estante de plástico, dessas de montam e desmontam. Fui numa loja de utilidades para casa, e dentre as opções disponíveis, escolhi uma fruteira de 4 andares, que estava num preço ótimo.
E assim que cheguei em casa, montei a estante, tirei os brinquedos do cesto e os organizei nela. No final, o novo canto dos brinquedos ficou assim:


Apesar da bagunça pela casa inteira não ter acabado, a mudança facilitou muita coisa na rotina do lar. Agora, ela percebe melhor os grupos e critérios de organização dos brinquedos, e pega somente o brinquedo que quer brincar, sem espalhar ou tirar os demais. E o mais novo faz menos bagunça, espalhando somente os brinquedos que ele alcança, sempre próximo à estante.
A questão de guardar ainda não está 100%: ela ainda guarda os brinquedos de forma errada, simplesmente colocando-os na estante aleatoriamente, de forma que tudo caiba nas prateleiras e não caia. Mas aos poucos ela está pegando o jeito, acertando de vez em quando conforme estou ensinando a ela.


LEIA MAIS

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Comparação: cesárea x normal

Nas minhas gravidezes, tive partos diferentes: uma cesárea (veja mais em o dia que meu bebê nasceu), e um normal (veja mais em o nascimento do meu filho). Apesar de ambos terem acontecido no mesmo hospital, cada um foi único por vários detalhes diferentes como a época (um foi em 2015 e outro em 2018) e desenvolvimento do trabalho de parto, por exemplo.
Assim, baseado em tópicos que costumam gerar muitas dúvidas para as gestantes, segue abaixo um quadro comparativo dos dois partos que tive:

Tópico Cesárea Normal
Atendimento hospitalar Apesar de educado, no geral foi seco e rude (com exceção do segundo médico que me atendeu e da enfermeira que me levou à sala de cirurgia). A burocracia foi para ficar internada e receber assistência do hospital. Foi um pouco mais burocrático (passei por uma triagem antes de chegar na médica) e bagunçado (fiquei mudando de sala um bom tempo antes de ficar definitivamente na sala de parto). Simultaneamente, foi educado, acolhedor, e humano.
Nível de dor do trabalho de parto A dor começou muito fraquinha e foi aumentando de grau lentamente. Quando chegou no nível bem insuportável, coincidiu com a anestesia, que aliviou tudo na hora. Começou no nível limítrofe do médio, passando para forte. De forma gradual e rápida, ficou muitíssimo intensa, num ponto em que o corpo ficou anestesiado com a própria dor: na hora de fazer a força de expulsão do bebê eu não sentia nada.
Duração do parto O trabalho de parto começou no meio da manhã e terminou quase à meia-noite, durando 14 horas (incluindo a cirurgia). Começou bem de manhãzinha e terminou quase no meio da tarde, durando 7 horas e 45 minutos.
Recuperação pós-parto Foi delicada. Assim que acabou o efeito da anestesia, senti meu corpo todo baqueado, como se eu tivesse sido atropelada. Logo que o bebê saiu, eu estava bem, como se nada tivesse acontecido. Somente quando acabou o efeito da anestesia local na vagina, senti meu quadril bem dolorido. 
Cuidados pós-parto Nos primeiros 15 dias, fiquei de repouso (movimentando somente o necessário), não agachava e me movimentava devagar, respeitando o limite do meu corpo. Depois, fui recuperando o ritmo aos poucos, de forma gradual.
Minha dieta alimentar foi bem saudável (salada, arroz , feijão, carne magra), e não tinha nenhuma comida remosa.
Apesar de não sentir nada e poder me movimentar normalmente, segui uma rotina mais calma, sem atividades físicas intensas, como varrer e passar pano na casa, nas duas primeiras semanas. Depois, voltei à minha rotina normal, fazendo as minhas atividades conforme o meu corpo aguentava.
A alimentação foi apenas saudável: sem frituras, embutidos e nada muito gorduroso. De vez em quando, podia arriscar um hambúrguer simples, sem complementos.
Esforço físico Mesmo sentindo dor, não fiz nenhuma atividade ou força corporal. Sob orientação da equipe médica, fiz caminhada e agachamento para aumentar a dilatação. Depois, força de cocô para expulsar o bebê.
Tratamento ao acompanhante Apesar de poder ter uma pessoa me acompanhando dentro do hospital, somente eu podia usar as dependências da ala da maternidade que eu estava. O meu acompanhante, apesar de ter refeição dada pelo hospital, podia somente comer no quarto e dormir ao lado da minha cama.
Inclusive, ele não pôde assistir ao parto no bloco cirúrgico: só me esperar do lado de fora.
O meu acompanhante pôde assistir ao parto, pegar no bebê assim que ele nasceu, ficar comigo nas dependências da maternidade, comer a comida dada pelo hospital, dormir ao lado da minha cama, usar e tomar banho no banheiro do quarto que eu fiquei depois do parto. 


LEIA MAIS

segunda-feira, 10 de junho de 2019

A fissura anal do meu filho

Ano passado, quando o meu filho estava para completar seu primeiro mês de vida, ele começou a ficar com a bunda vermelha... Apesar de parecer assadura, primeiro esperei alguns dias para ver se era alguma irritação com algum produto, ou a fralda.
Vendo que ela não ia embora, independente do que eu fizesse, e que a pele vermelha ficava cada vez mais saliente, detectei a assadura. Como eu já tinha passado por isto antes com a minha filha mais velha, usei o mesmo tratamento dela (ver mais em a primeira assadura).
Começou a dar resultado: a assadura foi embora. Porém, bem ao redor do ânus dele, a pele permanecia vermelha, com pequenas bolhas. Estas, com o passar dos dias, pioravam, se tornando feridas.
Consequentemente, em algumas trocas de fralda, saía uma micro quantidade de sangue no meio das fezes. Percebendo que este problema não estava sendo solucionado, fui no posto de saúde do bairro onde moro e marquei uma puericultura para ele, com o profissional que estivesse disponível para atendê-lo o mais rápido possível.
No dia propriamente dito, acordei cedo, tomei café e me arrumei. Em seguida, amamentei meu filho, troquei a fralda dele e o arrumei. Logo depois, saímos de casa e fomos ao posto.
Chegando lá, me apresentei na recepção, falando à recepcionista que ele tinha uma puericultura marcada para aquele dia. Ela localizou o cadastro dele, e me pediu para aguardar.
Me sentei com ele perto da sala aonde seria realizado o atendimento. Duas horas depois (aproximadamente), chegou a vez dele. Entramos na sala, e eu me sentei de frente à enfermeira.
Depois peguei a caderneta de saúde dele, e coloquei em cima da mesa. Ela começou a fazer algumas perguntas sobre ele, e eu respondi. Quando terminou, contei a ela sobre os machucados do ânus dele, explicando o que tinha ocorrido e o que eu tinha feito para solucionar.
Ela pediu para examiná-lo. Fui com ela para a maca, e tirei a roupa e a fralda dele. Em seguida, ela começou a avaliá-lo, fazendo mais algumas perguntas.
Ao terminar, voltou pra mesa e começou a fazer anotações na ficha e na caderneta de saúde dele. Simultaneamente, coloquei uma outra fralda nele e vesti-o novamente. Depois, me sentei novamente de frente à ela.
Ela então começou a me dar as orientações. Em relação ao bumbum, ela me explicou que o cocô dele era ácido, e  por isto chegava a causar feridas no ânus. Para solucionar, ela falou para suspender o lenço umedecido e a pomada de assadura.
E como primeira tentativa, recomendou usar amido de milho no lugar da pomada. Também falou para lavar a região íntima dele com água e sabão, toda vez que ele evacuasse. Caso isto não funcionasse,  eu deveria voltar com ele no pediatra, para ver uma outra solução.
Depois, encerrou o atendimento. Agradeci a ela pela atenção e fui embora para casa. E a partir deste dia, segui a orientação dela.
Devagarinho, as feridas foram cicatrizando, e a pele da bunda voltando ao normal. Duas semanas depois, não havia mais nada na bunda dele.


LEIA MAIS

quarta-feira, 27 de março de 2019

O preparo pro parto

Há 2 anos, quando descobri minha segunda gravidez (ver mais em descobrindo a segunda gravidez), dei início aos preparativos. Além do enxoval e do pré-natal, teve mais um item: eu mesma.
Apesar de saber melhor o que estava por vir, e ter uma noção do impacto na minha vida, eu precisava de me organizar, fisicamente e mentalmente. Para isto, tomei os devidos cuidados:
  • Unhas
A partir do 3º trimestre, parei de pintar as unhas do jeito que eu queria. Passei a usar somente base na mão e cores claras no pé, pois caso ocorresse algum problema na hora de dar a luz, as unhas mudariam de cor e o esmalte não iria atrapalhar a percepção da equipe médica.
  • Virilha
Desde o início da gestação, cuidei da limpeza da minha região íntima com mais afinco. Para isto, segui o mesmo esquema que fiz na gravidez anterior (ver mais em depilação na gravidez). A única diferença foi que a última sessão eu deixei para a semana do parto, 4 dias antes.
  • Bolsa maternidade
No último trimestre da gravidez, quando passei a sentir dores, deixei a bolsa maternidade armada, com os itens básicos (ver mais em a bolsa maternidade). O objetivo era levar comigo o necessário, em caso de urgência.
Se fosse preciso, complementaria algo que faltou com a ajuda do meu marido ou parentes.
  • Corpo
Na reta final, passei a respeitar o ritmo do meu corpo, obedecendo os limites dele. E sempre que podia, dormia, pois um parto iminente exigiria de mim muita disposição.
Inclusive, uma semana antes do parto, entrei de licença-maternidade, para tirar o corpo da rotina habitual do trabalho e repousar o máximo possível.
  • Mente
Desde que descobri a gravidez, trabalhei na minha mente vários fatos: meu corpo ia mudar de novo, eu ia ter mais um filho, minha vida financeira seria reformulada, etc. Um dos principais foi o parto, uma vez que eu não gosto de cirurgia.
Então aceitei o fato que de ia sair um bebê de mim, e que para isto era necessário um suporte profissional. Também procurei acreditar que tudo ia dar certo, e que eu era capaz.


LEIA MAIS

quarta-feira, 6 de março de 2019

Do berço para a cama

Durante a segunda gravidez, houve outra mudança que tive que fazer: colocar a minha filha para dormir na cama. Até então, ela dormia no berço, pois era seguro (ela não caia no chão), e dava a tranquilidade de ela não sair do quarto sozinha e andar pela casa.
No quarto dela havia uma cama de solteiro, que era usada para trocar a fralda, e eu ou meu marido tirar uma soneca no meio da tarde com ela. Também, tínhamos alguns jogos de cama: só faltava o travesseiro.
Então, faltando uns dois meses pro parto, fui numa loja de cama, mesa e banho e comprei um, com uma linda estampa da Minnie na fronha. E assim que cheguei em casa, mostrei pra ela. Ela amou, e ficou super-animada com o presente!
Naquela noite, arrumei a cama, junto com os bichinhos de pelúcia e a boneca dela, e coloquei o colchão do berço no chão, ao lado (para o caso dela cair acidentalmente). E na hora de dormir, eu e meu marido pusemos-a na cama, conversando com ela sobre a mudança que iria acontecer.
Dissemos a ela que o berço estava muito pequeno para ela, pois ela havia crescido e tinha se tornado uma mocinha. Falamos também que a cama, por ser maior, abrigaria com mais conforto ela, os bichinhos e a boneca dela.
E por último, demonstramos a vantagem de dormir na cama: o travesseiro lindo da Minnie. Em nenhum momento dissemos que o berço ia pro irmão, uma vez que queríamos que ela sentisse esta mudança como um ganho, um upgrade vantajoso.
Na hora ela chorou muito, reclamando que queria dormir no berço. Com muito amor e paciência, explicamos tudo novamente, ficando com ela até ela se acalmar e adormecer. Repetimos esta rotina por mais 2 noites, pois mesmo tendo dormido na cama na primeira noite, ela estranhava e chorava.
Na quarta noite ela não chorou mais, e aceitou a mudança: ela havia passado a dormir na cama e no colchão no chão. Depois que o meu filho nasceu, meu pai a presenteou com uma barra de proteção de madeira, que não é fixa e se pode pôr em qualquer lado da cama.
Instalamos a barra, e tiramos o colchão do chão, deixando-o na sala, para ela brincar. Rapidamente ela se adaptou à barra, não sentindo a ausência do colchão no chão. Inclusive, gostou muito da idéia de ter um lugar confortável para brincar com seus brinquedos.


LEIA MAIS

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Coisas que eu pensava na 1ª gravidez

  • Criança perde roupa rápido
Na 1ª gravidez, muitas pessoas me aconselharam dizendo que criança cresce rápido demais, e as roupas não duravam muito tempo no guarda-roupa. Ouvindo isto, imaginei que a cada mês meu bebê ia ficar sem roupa.
Inclusive, fiquei pensando no que eu ia fazer para comprar mais, uma vez que não se pode ficar sem roupa, o tempo entre um gasto e outro seria curto e minha renda mensal não era grande coisa. Para a minha surpresa, a minha filha não seguiu esta lei, apesar de ter um ótimo desenvolvimento: as roupas duraram bastante tempo e ela custa a perder roupa.
  • Licença-maternidade são férias prolongadas
Quando engravidei, pensei que eu ia ter muito tempo para descansar e aproveitar. Achei que como o bebê dorme muito, a rotina de cuidados seria fácil e eu teria tempo para descansar. Inclusive, viajar e passear com ele.
No entanto, depois do parto, a realidade foi outra: passei cerca de 2 meses e meio sem dormir direito, em estado zumbi. Toda hora eu tinha que estar acordada para amamentar a minha filha, que mamava de 3 em 3 horas (aproximadamente).
Sem contar as tarefas de casa, higiene pessoal e alimentação, as quais não sobrava tempo e não davam para fazer (era só ir no banheiro ou comer que ela acordava chorando). Até mesmo tirar uma soneca era um desafio, uma missão impossível.
Quando os horários meus e da minha filha se ajustaram e começaram a bater, e a rotina de casa estava criada, a licença-maternidade estava no fim e era hora de voltar a trabalhar.
  • Sexo fica melhor
Tanto na internet como na televisão, a maioria das mulheres falavam que depois da gravidez o sexo melhorava muito e ficava mais gostoso. Quando fiquei grávida da 1ª vez, acreditei fielmente nisto.
Porém, para a minha decepção, foi péssima (ver mais em o sexo depois da gravidez)! As relações íntimas entre eu e meu marido só melhoraram de verdade, a ponto de ficar maravilhoso,  após a volta da menstruação.
  • Medo do parto
Antes de engravidar, eu tinha muito medo de ficar internada num hospital. E apesar de saber como era um parto na teoria, temia o que eu ia fazer para parir uma criança.
Então, aceitei o fato de que de qualquer jeito eu ia parir um bebê e comecei a trabalhar a minha mente. Para isto, comecei a acreditar que Deus iria deixar tudo pronto para mim ter uma boa hora e que tudo ia dar certo.
Mesmo assim, lá no fundo, o medo e o temor continuavam presentes. No entanto, quando chegou a hora, movida pela preocupação com o bebê, encarei sem medo tudo o que aconteceu (ver mais em o dia que meu bebê nasceu).
  • Sangramento pós-parto
Na época da 1ª gravidez, duas colegas de trabalho me disseram que eu precisaria de absorvente pós-parto, pois acontecia um sangramento após o nascimento do bebê. Elas disseram que este sangramento durava muito tempo (cerca de um mês), e que o fluxo sanguíneo era intenso.
Me informei com a obstetra do pré-natal, e ela confirmou as informações. Passei a achar que eu ia sangrar igual à uma cachoeira (toda hora desce sangue), e comprei bastante absorvente.
No entanto, após o parto, o sangramento que houve não foi o que eu imaginei... Nos primeiros dias foi um pouco intenso: qualquer movimento eu sentia descer um líquido pela minha vagina, o qual era avermelhado (não sangue puro). Depois, ficou aquela coisa pouca, aguada e quase sem cor por vários dias.


LEIA MAIS

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O nascimento do meu filho

Há 9 meses atrás, depois de marcar a cesárea (ver mais em segunda gravidez: a marcação da cesárea), comecei a acelerar os preparativos pro parto. Uma parte das roupas estavam lavadas e passadas, e o quarto estava parcialmente arrumado (ver mais em mudança no quarto das crianças).
Eu tinha 5 dias para terminar de preparar todo o resto (inclusive a bolsa maternidade). Então  comecei: arrumei o berço com os itens que faltavam (colchão, lençol e cortinado), limpei toda a casa, dei banho na minha cadela, e pus as roupas que faltavam para lavar.
No entanto, como o tempo estava bastante chuvoso e úmido, as roupas demoravam muito para secar (cerca de 2 dias). E não obstante, havia um cesto enorme de roupas minhas, do meu marido e da minha filha que estavam sujas.
Mesmo assim, dividi os lotes e fui lavando e passando conforme o tempo permitia, no intuito de deixar tudo organizado para a chegada do meu filho. A única tarefa que eu estava deixando para o último dia era a bolsa maternidade, que eu iria arrumar com todas as roupas limpas e passadas.
Só que um dia antes da data marcada pro parto, acordei bem cedo sentindo muita dor (nível médio). Devido às experiências anteriores, não levei a sério, acreditando que ia passar. Mas como eu não conseguia dormir, me levantei e fui fazer as tarefas de lavanderia.
As dores vinham num intervalo pequeno de tempo e estavam cada vez mais fortes, a ponto de eu não conseguir me mexer. Percebendo isto, comecei a contar no relógio o intervalo, para ver se estava regular.
Notei que o tempo entre elas era de 4 minutos, e também que não cessavam ou diminuíam o nível de dor. Vendo que era pra valer, chamei o meu marido, para ele vir me ajudar. Porém, ele não veio. Então, aproveitei um intervalo e fui até o nosso quarto, chamá-lo.
Após algumas boas sacudidas, ele acordou. Falei o que estava acontecendo e que a gente precisava ir para o hospital. E sem demora, revisei e rearrumei a bolsa maternidade (ver mais em a bolsa maternidade) o mais rápido possível.
Neste meio tempo, ele pegou o telefone e começou a ligar para os parentes mais próximos que tinham carro. Para o nosso azar, nenhum deles estava disponível. Então, ele ligou para os amigos, até que um deles atendeu.
Ele explicou o que estava acontecendo e pediu ajuda. A pessoa falou que estava a caminho e desligou. Notando que eu não tinha condições físicas (a esta altura eu gritava alto de dor), ele vestiu a nossa filha e arrumou uma bolsa com os pertences dela, para ela ficar com a minha irmã.
A seguir, se vestiu e também preparou uma bolsa com os seus pertences, para ficar no hospital comigo. Meia hora depois aproximadamente), chegou um carro na porta da minha casa, buzinando. Peguei as bolsas e a nossa filha, e saí para fora, enquanto ele fechava a casa.
Após, entramos todos no carro e saímos. Primeiro, passamos na casa da minha irmã e deixamos-a lá. Em seguida, fomos para o hospital. Chegando lá, descemos com as nossas coisas e meu marido agradeceu o amigo dele.
Nos dirigimos até o balcão da recepção, e o recepcionista nos olhou e imediatamente liberou a nossa entrada, orientando-nos a ir para a maternidade. Passamos pelas portas e fomos até o elevador. Ao chegar no respectivo andar, caminhamos para a entrada do setor.
Como o balcão estava vazio, fomos diretamente falar com a atendente. Ela pediu meus documentos e abriu a ficha. Logo após, nos ajudou a ir para a primeira sala de atendimento (as contrações eram tão fortes que eu não conseguia andar).
Lá, uma enfermeira nos perguntou o que estava acontecendo. Expliquei, e ela pediu o cartão de pré-natal e o último ultrassom (tinha trago todos). Entreguei, e ela olhou, perguntando a data da minha última menstruação.
Respondi, e ela anotou os dados na ficha, encaminhando-nos para uma outra sala. Nesta, uma médica leu a ficha, e me pediu para tirar a parte de baixo da minha roupa e deitar na maca. Fui no banheiro, tirei o short e a calcinha, e voltei, entregando as roupas para o meu marido.
Me deitei na maca e ela veio me examinar. Durante o exame, me perguntou se a bolsa estava vazando. Respondi que eu não estava sentindo a minha roupa molhada. Então, terminou dizendo que eu estava com 3 cm de dilatação.
Também explicou que ia dar uma dose de glicose para me dar energia (eu estava muito cansada e sonolenta), e que ia estourar a bolsa pro parto evoluir mais rápido. Por último, entregou um papel pro meu marido fazer a minha internação no hospital e chamou a enfermeira, dando as orientações.
Logo depois, saiu da sala e a enfermeira pediu para acompanhá-la. Meu marido pegou as bolsas e nós dois fomos atrás dela. Ela nos levou até o quarto de parto, onde deixou a ficha em cima da pia, e me deu uma camisola para vestir.
Fui no banheiro trocar de roupa e meu marido ficou ali me esperando. Quando saí, ela voltou pedindo para mim ir para outro quarto, pois havia chegado uma paciente com caso mais urgente que o meu. Acompanhamos-a novamente, para uma sala em que havia outras mulheres internadas.
Ela arrumou a cama que eu ia ficar e falou que meu marido não podia ficar ali comigo. Ele colocou as bolsas num canto próximo e saiu, indo para a recepção da maternidade. Eu me acomodei na cama e fiquei ali.
Minutos depois, a enfermeira da sala me deu dois vidrinhos transparentes e pediu para mim tomar. Tomei e fiquei sentada na beirada da cama. À medida que as contrações vinham, eu apertava muito forte o colchão. Quando elas acabavam, eu sentia muito sono e queria deitar e dormir.
Duas horas depois, uma outra médica veio me examinar novamente. Ela fez o exame de toque, e ao finalizar, disse que eu estava com 6 cm de dilatação. Então, pegou um instrumento e quando a contração veio, furou a bolsa.
Após ver que o líquido amniótico estava normal, falou que eu estava indo bem e recomendou que eu andasse, para acelerar a dilatação. Como a camisola molhou e ficou suja, peguei uma outra limpa com a enfermeira e fui no banheiro, tomar uma ducha e me trocar.
Depois, saí do quarto e fui atrás do meu marido na recepção. Quando o encontrei, contei o que tinha acontecido e a recomendação da médica. Começamos a andar juntos, e a cada contração eu instintivamente agachava e agarrava nele, gritando alto.
Até que a enfermeira que fez o primeiro atendimento nos viu e nos chamou para a sala dela. Lá, ela explicou e fez comigo os exercícios que ajudariam na dilatação. Saímos da sala e continuamos, até que outra enfermeira nos chamou e falou para voltarmos para o quarto de parto, o qual estava desocupado.
Voltamos, e ele foi buscar as bolsas no outro quarto que eu estava. Enquanto eu esperava, fiz os exercícios sozinha, agarrando na cama. Quando ele voltou, acomodou as bolsas e voltou a me ajudar. Um tempo depois, a médica veio examinar a barriga.
Ela mediu os batimentos cardíacos do bebê, e insistiu que eu continuasse os exercícios, para aumentar a dilatação. Disse a ela que não estava mais aguentando agachar, que minhas pernas estavam doendo muito.
Então ela recomendou que eu tomasse uma ducha de água quente, a qual ajudaria a relaxar os músculos e facilitaria o parto. Pedi a ela uma cadeira, pois não estava aguentando ficar em pé. Ela pegou, e pôs no banheiro para mim.
Tirei a camisola e fui tomar a ducha, ficando lá por muito tempo (cerca de 40 minutos). Quando meu marido veio me chamar, preocupado, saí. Desliguei o chuveiro, e com a ajuda dele, vesti outra camisola limpa do hospital.
Minutos depois, a médica voltou para ver como eu estava, e disse para mim comer um pouco, pois eu estava muito fraca. Respondi a ela que não descia nada pelo meu estômago. Então, ela recomendou que eu tomasse um suco natural, para me dar energia.
E pediu ao meu marido para comprar um suco para mim. Ele foi, e eu me deitei na cama. Quando ele chegou com o suco, esperei a contração ir embora e tomei. Depois, permaneci ali, agarrando no ferro  toda vez que a contração vinha.
Um tempo depois, a médica, acompanhada de uma enfermeira, veio me examinar. Ela fez o exame de toque novamente e mediu a dilatação, dizendo que estava com 8 cm. E pediu para mim continuar os exercícios, pro parto evoluir mais rápido.
Eu disse a ela que não aguentava mais ficar agachando e levantando. Ela insistiu, e saiu da sala. A enfermeira então conversou comigo, e me aconselhou a fazer a força de expulsão do bebê (força de cocô) toda vez que a contração viesse.
Falei com ela que não sabia, e ela me ensinou. Após se certificar que eu estava fazendo da maneira correta, saiu da sala. Posteriormente, passei a focar na saída do meu filho, pegando toda a dor e transformando-a num impulso corporal da bacia.
De tempos em tempos, eu sentia alguma coisa querendo sair pela minha vagina. Meu marido ia verificar e via algo aparecendo. Quando ele viu a cabeça começando a passar, ele foi chamar a médica.
Ela entrou, me viu fazendo a força, e observou a minha vagina. A seguir, rapidamente chamou um grupo de enfermeiras e as outras médicas da maternidade. Instantaneamente todos se aprontaram na sala e começaram os procedimentos.
Primeiro, ela deu uma anestesia local no períneo e fez uma episiotomia. Depois, a enfermeira subiu um pouco o encosto da cama e me disse pra segurar no apoio da perna, na próxima contração. Três contrações depois, meu filho nasceu.
Na hora, ela o colocou no meu colo e eu comecei a chorar. Meu marido (que estava do meu lado a todo instante) me parabenizou e disse palavras bonitas. Ela cortou o cordão umbilical, embrulhou ele num pano e entregou para a pediatra, que o levou para fazer os devidos procedimentos.
Meu marido foi atrás dele, enquanto eu fiquei na sala com o restante da equipe. Neste meio tempo a médica tirou o restante da placenta, suturou o corte do períneo e apertou a minha barriga algumas vezes, para expulsar o sangue do útero. Por fim, enfiou o dedo no meu ânus, para ver se houve alguma dilaceração interna durante o parto.
Quando meu marido voltou com o nosso filho, eu o amamentei. Depois, entreguei-o pra ele e pedi para tomar um banho, pois estava muito suja de sangue. Na hora, a enfermeira que estava no quarto me ajudou a sair da cama e a ir pro banheiro.
Meu marido colocou o nosso filho em cima da cama, pegou o que eu precisava nas bolsas e me entregou. Tomei um banho, me sequei e saí do banheiro. Na saída, ele me deu uma roupa limpa para vestir.
Me vesti e me sentei numa cadeira para comer um pão com manteiga e tomar um leite com café, que a copeira do hospital tinha acabado de trazer. Quando terminei, a enfermeira me levou para uma outra ala, aonde ficam as mulheres que já ganharam bebês.


LEIA MAIS

terça-feira, 20 de novembro de 2018

A bolsa maternidade


Há 7 meses atrás, eu estava no último mês de gestação. Como faltava pouco tempo pro parto, e havia um risco do bebê nascer antes de completar as 40 semanas, preparei as coisas que seriam necessárias pro hospital.
Para isto, usei duas mochilas: uma para o meu filho, e outra para mim. Na escolha dos itens, considerei a minha experiência no 1º parto (ver mais em o dia que meu bebê nasceu) e o tempo que ia ficar internada no hospital (2 dias), procurando levar apenas o necessário.
Desta forma, na bolsa do meu filho, pus os seguintes itens:


  • 1 toalha de banho infantil
  • 1 manta
  • 4 mudas de roupa de frio
  • 1 pote pequeno de lenço umedecido
  • 1 sabonete infantil
  • 1 pomada para assadura
  • 1 pacote de fralda tamanho P
E para mim, pus os seguintes itens:


  • 3 calcinhas
  • 2 mudas de roupa
  • 1 toalha de banho
  • 1 escova de dentes
  • pasta de dente
  • escova de cabelo
  • sabonete
  • presilha para cabelo
Apesar de ter lembrado de uma boa parte dos itens, esqueci algo: o absorvente. Da primeira vez, não sabia que ia ficar sangrando depois do parto, e meu marido comprou um pra mim, de última hora. Desta vez, mesmo lembrando de pôr, sem querer deixei ele para trás.


LEIA MAIS

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Últimas compras do enxoval


Após comprar os itens da segunda parte (ver mais em segundos itens do enxoval), o enxoval não estava completo: ainda faltavam algumas coisas da lista que tínhamos feito.
Desta forma, eu e meu marido providenciamos os seguintes itens:

  • 1 macacão de calor tamanho
  • 14 pares de meia
  • 1 pote de lenço umedecido
  • 1 pacote de fralda P
  • 1 pomada de assadura
  • 1 sabonete infantil
  • 2 macacões de frio com pezinho tamanho G
  • 1 camiseta de frio tamanho RN
  • 3 camisetas de frio tamanho P
  • 2 lençóis de berço tamanho americano
  • 1 camiseta de frio com gola tamanho P

LEIA MAIS

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Segunda gravidez: a marcação da cesárea

Há 3 meses atrás, depois de fazer o ultrassom que o médico pediu (ver mais em segunda gravidez: o 7º ultrassom), segui a orientação que ele passou: fui no obstetra indicado por ele para marcar o parto. Assim, naquele dia à noite, liguei no hospital que este médico trabalha e perguntei pra atendente o que era necessário para consultar com ele.
Ela me respondeu que para isto eram necessários a identidade, o cartão de pré-natal, o comprovante de endereço, o cartão do SUS e se tivesse, um ultrassom recente. Disse também que ele atendia toda segunda, quarta e sexta às 7:00.
Agradeci e encerrei a ligação. Em seguida separei os documentos e coloquei numa sacola, deixando-a perto da minha bolsa.
No dia seguinte, acordei bem cedinho (de madrugada) e tomei café. Depois, tomei banho, me arrumei e saí pro ponto de ônibus. Dez minutos depois ele passou, e eu embarquei nele.
Havia um ponto do lado do hospital, mas o motorista, num ato de gentileza, me deixou desembarcar bem em frente à porta da recepção. Desci, entrei e fui pra fila de atendimento.
Quando chegou a minha vez, falei que eu queria consultar com o obstetra do hospital. A recepcionista me perguntou o tempo de gestação que eu estava, e eu respondi que estava de 37 semanas e 6 dias.
Ela então me disse que eu não poderia consultar, pois o médico só atendia a partir de 38 semanas de gravidez. Insisti com ela, dizendo que o médico do pré-natal tinha dito para mim ir neste obstetra e que só faltava 1 dia para completar 38 semanas.
Com muita reluta, ela deixou eu consultar, pedindo os documentos necessários. Entreguei-os a ela, e quando a ficha ficou pronta, assinei. Em seguida, ela recolheu a ficha e pediu para mim aguardar.
Sentei numa cadeira ali perto, guardei os documentos na sacola junto com o ultrassom que eu tinha levado, e esperei. À medida que o tempo passava, cada vez mais chegavam mais mulheres grávidas para consultar com este médico, de modo que a recepção estava cada vez mais cheia de gente e sem lugar para sentar.
Uma hora e meia depois, a recepcionista chamou todas as gestantes e indicou uma porta, que dava acesso ao interior do hospital. Acompanhei o movimento e passei, entrando no jardim do hospital.
Ali, havia espalhado algumas cadeiras e umas salas fechadas. Sem saber aonde era o consultório, me sentei numa das cadeiras e aguardei. Quinze minutos depois, o médico veio do outro lado do jardim e entrou numa das salas.
Em seguida, chamou a primeira grávida da fila: eu. Me levantei, peguei as minhas coisas e entrei dentro do consultório. Assim que passei pela porta, cumprimentei-o e me sentei na cadeira em frente à mesa dele.
E a seguir, disse a ele que o médico do pré-natal tinha me encaminhado a ele, para marcar a cesárea, apresentando o ultrassom que fiz no dia anterior e o cartão de pré-natal. Primeiro, ele olhou o exame. Depois, pegou o cartão de pré-natal, observou as anotações e me perguntou a data da minha última menstruação.
Respondi, e ele anotou a data no cartão. Logo após, pegou um círculo de contagem de gestação e fez uns cálculos. E então, falou para agendar o parto dali a 5 dias, às 7 da manhã.
Surpresa (não achava que ia ser tão rápido), respondi que tudo bem. Ele anotou o dia no cartão e pediu para marcar na recepção. Perguntei a ele se tinha alguma orientação para o preparo do parto.
Ele disse para mim fazer jejum absoluto a partir da meia noite do dia citado. Guardei o exame e o cartão na sacola, me levantei e agradeci a ele. Em seguida, saí da sala e voltei para a recepção.
Falei novamente com a atendente, dizendo que o doutor pediu para agendar o parto. Ela indicou uma outra sala, especificando que o agendamento era feito lá. Como ela estava fechada, me sentei numa cadeira e esperei.
Minutos depois, duas moças abriram a porta da sala, entraram e começaram os atendimentos. Na minha vez, entrei, apresentei o cartão de pré-natal e repeti o que o doutor solicitou. A atendente pediu minha identidade, e eu entreguei a ela.
Ela marcou no sistema o parto, me desejou boa hora e me devolveu o meu RG. Peguei, agradeci e fui embora do hospital. No caminho, liguei pro meu marido e avisei-o, para ele se programar no serviço dele.


LEIA MAIS

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Segunda gravidez: o 7º ultrassom

Há 3 meses atrás, fiz o ultrassom que o médico pediu na última consulta (ver mais em segunda gravidez: a 9ª consulta de pré-natal): um segundo ultrassom com doppler. Então, depois de sair da consulta com o pedido em mãos, passei na clínica e agendei o exame para a data que ele pediu.
Na hora de marcar, perguntei à recepcionista se tinha como fazer o exame com o médico que fez os outros ultrassons (exceto o morfológico), pois eu não tinha gostado do doutor que fez o último ultrassom (ver mais em segunda gravidez: o 6º ultrassom). Ela me informou que sim, marcando pro horário disponível que tinha na agenda dele. Depois, anotou pra mim num cartão o dia e a hora do exame, e entregou pra mim.
No dia propriamente dito, acordei cedo e tomei café. Depois, tomei banho, me arrumei e saí. Peguei o ônibus, e no ponto mais próximo da clínica, desci.
Como eu não tinha autorizado o exame previamente, primeiro passei na central do plano de saúde e peguei a autorização. Logo em seguida, fui para a clínica.
Chegando lá (com antecedência), me apresentei na recepção, dizendo meu nome e o horário do ultrassom, e entregando o cartão de pré-natal e a autorização. A recepcionista checou na agenda, e pediu para mim aguardar.
Me sentei na cadeira disponível (a sala estava lotada de gente), que para meu azar estava na linha do ar condicionado. Como aquele dia estava bem frio, o vento que saia do ar me fazia tremer muito, mesmo eu estando agasalhada.
Trinta minutos depois, um médico sai de uma das salas de ultrassom, fala com a recepcionista que o equipamento está com problema e vai embora. Por causa disto, o outro médico ficou sobrecarregado e meu exame atrasou mais de 1 hora.
Quando finalmente chegou a minha vez, chamaram meu nome. Me levantei e acompanhei a moça até a sala. Assim que passamos pela porta, o médico (que já estava de frente pro equipamento), me cumprimentou.
Ela então me pediu para deitar na cama, pegando a minha bolsa e colocando-a num cantinho da sala. Levantei a blusa para mostrar a barriga, e ela colocou um pano sobre a minha calça, abaixando-a um pouco. Depois, ela se sentou no lugar dela.
Antes de iniciar o exame, o doutor pediu para ela olhar no sistema o tempo de gestação acusado no primeiro ultrassom (ver mais em segunda gravidez: o 1º ultrassom). Ela verificou e falou para ele. A seguir, ele pegou o cartão, olhou as anotações e preparou o equipamento.
Depois, colocou um pouco de gel na minha barriga, espalhando-o com o transdutor. E imediatamente, começou a captar as imagens.


Na hora o bebê apareceu na tela. Primeiro, ele olhou o corpo do bebê, fazendo as medições. Depois, checou as veias e artérias. E por último, pôs para escutar o coração.
Escutou-o por alguns segundos e encerrou o exame, dizendo que o tempo de gravidez era de 37 semanas e 5 dias. Nesta hora, comentei com ele que eu achava que o tempo ia ser maior, pois nas minhas contas aquela era a última semana de gravidez.
Ele perguntou o porquê e eu respondi dizendo que os ultrassons anteriores tinham dado um tempo um pouco maior que a contagem do obstetra. Ele então falou que era normal esta divergência acontecer, e que no final é que dava para determinar melhor o tempo de gestação.
Limpei o gel com o pano que estava preso na calça, abaixei a blusa e me levantei. Peguei a minha bolsa, e antes de sair da sala, agradeci.
Voltei para a recepção e aguardei o resultado. Vinte minutos depois, a recepcionista me chamou e me entregou o laudo, pedindo para mim assinar o controle de entrega. Assinei, e antes de ir embora da clínica, agradeci a ela.


LEIA MAIS

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Registrando a barriga pra posteridade


Há 2 meses atrás, no feriado de Tiradentes, eu fiz o book desta minha segunda gravidez. Igualmente à primeira, escolhi fazer eu mesma as fotos (ver mais em meu book de gravidez).
No entanto, para diferenciar a primeira da segunda, escolhi um lugar diferente: o Pico do Ibituruna, uma atração turística da cidade onde moro. E também um visual diferente, para identificar qual gravidez.
Desta forma, uns dias antes, passei na banca da empresa de ônibus e comprei as passagens de ida e volta. E na véspera, passei no supermercado e comprei água, todinho, pão de forma e peito de peru, para fazer um lanche lá no pico, uma vez que lá não tem muita opção de comida e bebida e tudo é caro.
Depois do serviço, eu, meu marido e nossa filha fomos para a casa dos meus pais, pois minha mãe iria ficar com ela enquanto eu e ele tirávamos as fotos no Pico. Chegando lá, montamos os sanduíches e deixamos a bolsa preparada.
No dia seguinte, acordei cedo, tomei banho e me arrumei. Depois, tomei café, escovei os dentes e pedi pra minha irmã fazer a maquiagem. Enquanto ela me produzia, meu marido levantou, tomou café e se arrumou.
Quando a produção terminou, meu marido e eu pegamos a bolsa e saímos. Fomos até o ponto de ônibus, e minutos depois, ele passou. Entramos, e no ponto onde iríamos pegar o que ia para o Pico, descemos.
Para a nossa felicidade, ele já estava lá, esperando para sair. Rapidamente embarcamos nele, sentando na cadeira preferencial que fica na frente. Em seguida, abri a bolsa, peguei as passagens de ida e entreguei ao motorista.
Ele pegou os bilhetes e guardou na gaveta de dinheiro. Minutos depois, quando todas as pessoas embarcaram, ele ligou o ônibus e foi embora.
Primeiro ele fez um percurso dentro da cidade, passando nos pontos que ficavam no caminho, para pegar mais passageiros. Depois, ele entrou na estrada que ia para o pico.
Uma hora depois, chegamos no topo do Ibituruna. Como o dia tinha amanhecido nublado e um pouco frio, ali estava com muita neblina, de forma que quase não dava para ver a cidade.
Exploramos o lugar, e eu tirei algumas fotos da paisagem para ajustar a câmera. Feito isto, entreguei-a ao meu marido e começamos a sessão de fotos do book. A cada local bacana (que não havia muitas pessoas aglomeradas ou passando), parávamos e tirávamos várias fotos, de poses diversas.


Após 1 hora, vendo que já tínhamos andado por todo o pico e tirado muitas fotos, encerramos a sessão. Voltamos e paramos numa área coberta para descansar. Como estávamos com fome, aproveitamos e comemos o lanche que tínhamos trago na bolsa.
Depois, ficamos andando á toa, esperando dar a hora de irmos embora. Faltando 15 minutos pro horário marcado, caminhamos pro local onde o ônibus estava estacionado e embarcamos.
Nos sentamos, e eu peguei as passagens de volta e entreguei pro motorista. Ele pegou-as e guardou na gaveta de dinheiro. Vinte minutos depois, quando todas as pessoas entraram, ele ligou o ônibus e foi embora.
Após 5 minutos, ele parou num restaurante próximo ao pico, chamado Casa do Papai Noel, fazendo uma pausa de 10 minutos pro pessoal conhecer o local. Como meu marido e eu nunca tínhamos ido ali (mas sempre ouvimos falar), aproveitamos a oportunidade.
Entramos no restaurante e demos uma circulada rápida, olhando a estrutura, os brinquedos e a decoração do lugar. Sempre que possível, tirávamos algumas fotos.
Faltando 2 minutos para acabar a pausa, voltamos pro ônibus. Em seguida, o motorista retornou e se certificou de que todo mundo havia embarcado novamente. Posteriormente, ligou o veículo e partiu.
Quando retornamos à cidade, ele fez o percurso de volta até o ponto onde embarcamos, passando nos pontos que ficavam no caminho. No ponto onde embarcamos, descemos do ônibus.
Imediatamente, caminhamos até o outro ponto e pegamos o ônibus para a casa da minha mãe. Lá, almoçamos e descansamos um pouco. No final do dia, pegamos nossa filha e voltamos pra casa.


LEIA MAIS

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Segundos itens do enxoval


Depois de adquirir os itens da primeira parte (ver mais em primeiros itens do enxoval), eu e meu marido continuamos a comprar as coisas que faltavam da lista que fizemos.
Assim, providenciamos os seguintes itens:

  • 1 body sem manga tamanho M
  • 1 colchão de berço americano
  • 1 calça de moletom tamanho P
  • 1 calça sem pezinho tamanho P
  • 1 calça sem pezinho tamanho M
  • 1 macacão sem manga tamanho P
  • 1 macacão sem manga tamanho M
  • 1 camiseta de manga longa tamanho P
  • 2 bodys de manga curta tamanho P
  • 1 body de manga curta tamanho M
  • 1 camisa sem manga tamanho P
  • 1 camisa sem manga tamanho M
  • 3 camiseta de manga curta tamanho P

LEIA MAIS

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Segunda gravidez: a 9ª consulta de pré-natal


Há 6 semanas, aconteceu a nona consulta do pré-natal. Nela, eu levei o ultrassom (ver mais em segunda gravidez: o 6º ultrassom) que o médico pediu na última consulta (ver mais em segunda gravidez: a 8ª consulta de pré-natal).
Então, no dia propriamente dito, atrasei meu horário de almoço, saindo com 1 hora e 20 minutos de antecedência. Passei na central do plano de saúde, e autorizei a consulta. Em seguida, fui para a clínica.
Chegando lá, me apresentei na recepção, dizendo meu nome, o nome do médico, o horário da consulta, e entregando a autorização. A recepcionista checou na agenda e pediu para mim aguardar.
Vinte minutos depois (aproximadamente), ela me chamou. Me levantei e fui pro consultório do médico. Ao chegar na porta, bati e perguntei se podia entrar.
Lá de dentro, ele respondeu que sim. Abri a porta, cumprimentei-o e coloquei as minhas coisas na cadeira. Assim que eu me sentei, ele me chamou para irmos fazer a minha pesagem.
Me levantei e acompanhei-o até uma outra sala. Ao entrar lá, fomos direto para a balança. Subi, e ele memorizou o valor que deu.
Retornamos pro consultório, e logo entreguei o cartão de pré-natal e o ultrassom. Ele anotou o peso no cartão, e em seguida olhou o exame. A seguir, pediu para mim ir até a cadeira-maca.
Após eu me sentar nela, primeiro ele pegou o esfigmomanômetro e mediu minha pressão. Depois, transformou a cadeira-maca numa cama.
Me deitei e levantei minha blusa, de modo a mostrar a barriga. Ele pegou o monitor fetal e passou um pouco de gel no transdutor, colocando-o na minha barriga.
Rapidamente, ele encontrou o bebê, escutando o coração por alguns segundos. Depois, desligou o aparelho e voltou a cadeira-maca para a posição original.
Abaixei a blusa e limpei o gel da minha barriga, enquanto ele guardava o monitor e voltava para a mesa dele. Terminei de me limpar, me levantei e fui até a mesa, me sentando de frente pra ele.
Ele terminou de fazer as anotações no cartão e pediu mais um ultrassom com doppler, dizendo o dia que eu tinha que fazê-lo. E em seguida me orientou da seguinte maneira: após o exame estar pronto, ou eu voltava nele com o resultado, ou passava num outro médico (indicado por ele) para marcar a cesárea.
Fiquei um pouco confusa e perguntei a ele se caso eu não conseguisse marcar o parto eu poderia voltar nele. Ele respondeu que sim, dizendo que caso eu conseguisse, não havia necessidade de consultar com ele.
Falei com ele que tinha entendido e aproveitei para pedir a licença-maternidade, dizendo a data que eu queria dar início a ela. Ele disse que era para mim falar com a recepcionista, que ela faria o pedido pra mim.
Vendo que eu não tinha mais nada a falar, ele encerrou a consulta. Agradeci e saí do consultório, passando na recepção em seguida.
Falei com a recepcionista sobre o pedido de licença-maternidade, especificando a data, e marquei a próxima consulta, dizendo a ela que se eu conseguisse fazer o que o médico tinha orientado, eu iria avisá-la para desmarcar.
Ela fez o pedido da licença e assim que ficou pronto, ela me entregou. Agradeci, e fui embora da clínica.


LEIA MAIS

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Segunda gravidez: o 6º ultrassom

Há 4 semanas, fiz o ultrassom que o médico pediu na última consulta (ver mais em segunda gravidez: a 8ª consulta de pré-natal): o ultrassom com doppler. É um ultrassom que usa um tipo de coloração virtual para medir o fluxo sanguíneo que está chegando para o bebê através da placenta, e também verifica a formação do corpo.
Normalmente, é um exame que é solicitado no fim da gestação, quando o parto se aproxima. Assim, depois da consulta, passei na clínica e agendei o ultrassom pro dia seguinte, no horário que estava disponível. Logo em seguida, fui na central do plano de saúde e autorizei o exame.
No outro dia, acordei cedo e tomei café. Depois, tomei banho, me arrumei e fui pro ponto pegar o ônibus. Na hora prevista, ele passou e eu entrei nele.
No ponto certo, desembarquei e caminhei até a clínica, chegando lá com antecedência. Entrei e me apresentei na recepção, dizendo meu nome, o exame, o horário, e entregando o cartão de pré-natal e a autorização. A recepcionista checou na agenda e pediu para aguardar.
Me sentei numa cadeira ali perto, e apesar de estar cheio, uns 20 minutos depois (aproximadamente) chamaram meu nome. Levantei da cadeira e acompanhei a moça, entrando dentro da sala junto com ela.
Lá, ela me indicou o lugar para mim pôr a minha bolsa e pediu para mim deitar na cama. Me deitei e levantei o vestido, de modo a mostrar a barriga. A seguir, ela colocou um pano sobre o meu short, abaixando-o um pouco, e se sentou no seu lugar.
Minutos depois, o médico entrou na sala e me cumprimentou, se sentando de frente pro equipamento. Perguntou o tempo de gestação que eu estava, e após eu responder, pediu à moça que checasse no sistema a data e o tempo acusado no 1º ultrassom (ver mais em segunda gravidez: o 1º ultrassom).
Ela olhou e informou a ele os dados solicitados. Ele então pegou o círculo de contagem de gestação e fez uns cálculos. A seguir, configurou o equipamento e passou um gel na minha barriga. Espalhou-o com o transdutor, e imediatamente começou a captar as imagens.
Na hora o bebê apareceu na tela. Primeiro ele olhou todo o corpo do bebê (cabeça, braços, pernas, etc), fazendo as medições. Depois, ele pôs para escutar o coração.
Escutou-o por alguns segundos e continuou, localizando as artérias da placenta. A cada uma que ele encontrava, ele ativava um esquema de cores para destacá-las e escutava as pulsações.


Após fazer isto com todas as veias e artérias, encerrou o exame, dizendo que o tempo de gravidez era de 35 semanas. Limpei o gel com o pano que estava preso no short, abaixei o vestido e me levantei da cama. Peguei minha bolsa e saí da sala.
Pelo fato dele ter posto um pouco de força no transdutor e apertado a minha barriga durante todo o exame, ela estava um pouco dolorida. Me sentei devagar na recepção, respirando fundo, e aguardei o resultado.
Minutos depois, a recepcionista me chamou e me entregou o laudo, pedindo para mim assinar um caderno de controle de entrega. Assinei, e antes de ir embora da clínica, agradeci a ela.


LEIA MAIS